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sexta-feira, 28 de abril de 2017

Protestos contra reformas aconteceram em todo o Ceará


A sexta-feira, dia 28 de abril, mas pareceu um domingo. Poucos ônibus circulando nas ruas, lojas do Centro de Fortaleza fechadas, ruas desertas. 

Os protestos contra as reformas trabalhistas e previdenciárias do Governo Michel Temer aconteceram simultaneamente em todas as capitais brasileiras, além do Distrito Federal. Na Capital cearense, a concentração começou às 9h na Praça da Bandeira. De lá, manifestantes seguiram para a Praça do Ferreira, onde ocorreu maior concentração. Cerca de 20 coletivos tiveram pneus furados e secados impedindo que motoristas continuassem os seus percursos. 
Entidades sindicais falam que aproximadamente 50 mil pessoas participaram do ato em Fortaleza. A Polícia Militar e a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), no entanto, não contabilizaram quantas pessoas estiveram no ato. 
Em meio às manifestações, algumas pessoas aproveitaram para depredar prédios, como agências bancárias e a entrada de uma galeria próxima à Praça José de Alencar. No entanto, apesar disto, a PM considerou o balanço das manifestações tranquila e sem grandes confrontos. 
Interior
Em Russas, 165 km de Fortaleza, motoristas interditaram o km 153 da BR-116. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, a interdição foi total, mas ainda não existe informação de congestionamento. 
Em Forquilha, 208 km de Fortaleza, existe interdição total da rodovia BR-222, no km 209. Cerca de 100 manifestantes ocupam a via. 
Em Brejo Santo, 510 km de Fortaleza, no km 496 da BR-116, ocorreu uma interdição com aproximadamente 50 manifestantes. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF-CE), a manifestação é pacífica. Já no km 28, da BR 122, em Ocara, os veículos tiveram que retornar pelo acesso à BR-116.
Também houve bloqueio de vias em Milagres, Sobral, Juazeiro do Norte, Crato, Madalena e Barbalha. Conforme a Polícia Rodoviária Federal (PRF), por volta das 15h30m, todas as rodovias do Ceará foram liberadas.
Participaram das manifestações, motoristas de ônibus, trabalhadores da construção civil, aeroportuários, metroviários, professores, médicos, enfermeiros, lojistas, bancários, funcionários dos correios, agentes do Detran, entre outros. 

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